Olá,

Jojo aqui.

Você acredita no setor da tecnologia?

Acha que as empresas que estão investindo em avanços como cloud computing, inteligência artificial, data science e realidade aumentada são as que vão prevalecer?

Se sim, o nosso recém inaugurado fundo Tech Brasil -- irmão mais novo do imenso sucesso Tech Select -- é para você.

E, devo te dizer, eu concordo com você.

Acho, realmente, que investir pesado em tecnologia é o diferencial natural para quem quiser se manter, ainda mais nesse tão falado “novo normal” do pós-coronavírus.

Mas eu concordar com você não quer dizer grande coisa.

O que interessa de verdade é que, até agora, o MERCADO tem concordado com você.

Dá uma olhada nesse gráfico (que eu não canso de mostrar) feito no fim de junho pelos meus amigos da gestora Brasil Capital.

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Eu sabia que o setor de tecnologia estava indo bem e estava acompanhando tudo de perto.

Mas nada como ter dois experts do mercado, como o Christian Klotz e o André Ribeiro, da Brasil Capital, “desenhando” para mim o TAMANHO desse desempenho.

Eles criaram um índice composto por empresas listadas com relevância operacional no mercado brasileiro e grande parte do modelo de negócios relacionado a tecnologia.

E fizeram esse backtest formidável.

Cada recorte temporal revela algo mais impressionante:

... em um mês (junho), esse índice entregou 20,6% de rentabilidade.

... entre abril, maio e junho, o retorno foi de 74,6%, enquanto a Bolsa, já em franca recuperação, subiu 25,9%.

E o mais impressionante:

No primeiro semestre, enquanto tudo ruía e “só colo de mãe” era seguro...

... o grupo de ações brasileiras que investem em tecnologia...

... ENTREGOU 41,2% de rentabilidade.

A Bolsa? Bom, no acumulado desses seis meses, caiu -18,5%.

Finalmente, para quem acha que isso é algo recente, o pessoal da Brasil Capital foi lá e dobrou o espectro temporal. E depois dobrou de novo.

O resultado é igualmente impressionante: um retorno acumulado de 142,5% nos últimos 24 meses.

Enquanto o Ibovespa, contando com o rali do ano passado, rentabilizou 33% nesse mesmo período.

Você sabe: rentabilidade passada não é garantia de lucro futuro. E claro que os resultados do fundo podem ser bem diferentes desse backtest feito pela Brasil Capital, para cima ou para baixo.

Mas eu e o Kiki, da Vitreo Gestão, com a “benção” do pessoal da Brasil Capital, resolvemos dar A VOCÊ a chance de investir nesse mesmo grupo de ações, através do nosso novo produto.

E o Vitreo Tech Brasil FIA é o resultado disso.

Um fundo que nasceu para te dar a chance de DOBRAR A EXPOSIÇÃO à tecnologia por meio das empresas daqui do Brasil que melhor têm investido nessa tese.

Eu imagino o que você está pensando: “quais são essas ações? Que empresas são essas que, juntas, tem entregado 4,3 vezes mais do que a Bolsa nos últimos 24 meses?”.

E eu vou te revelar aqui mesmo.

Eu sei e você sabe: o grande diferencial de nosso fundo é que você não vai precisar operacionalizar nada.

Você vai contar com a expertise da nossa gestão no que diz respeito a alocação e na hora de comprar e vender papeis...

E tudo começa a valer com um único aporte inicial de R$ 5.000. Todas as movimentações seguintes podem ser de R$ 100.

Mais nada.

Investir no Tech Brasil é investir simultaneamente em todas essas empresas abaixo.

Tenho CERTEZA de que você conhece MUITO BEM ao menos quatro ou cinco delas.

E as que você não conhece, vai conhecer:

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Se você acompanha o noticiário econômico, deve ter reparado que algumas delas, como Mercado Livre, XP e Stone não estão listadas no Brasil.

E é isso mesmo: até 20% do nosso fundo Tech Brasil investe em empresas brasileiras que abriram capital lá fora.

O restante da carteira é investido dentro do Brasil, em ações listadas na B3.

Agora, queria falar mais especificamente sobre algumas dessas empresas que citei acima.

Elas têm a chave do segredo para esse desempenho tão impressionante mostrados no estudo da Brasil Capital.

Mercado Livre, por exemplo.

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Fonte: finance.yahoo.com

De 2018 para cá (14 de julho de 2020) , a alta é de...

... +196,78%, em dólar, considerando a taxa de câmbio de 14 de julho de 2020.

E agora, com o aumento do e-commerce no Brasil graças à pandemia, a tendência é que cresça ainda mais.

Uma chance real de crescimento exponencial, com os riscos associados.

Sobre o e-commerce, vou citar aqui um trecho da carta trimestral da Brasil Capital:

“A crise atual está acelerando algumas tendências que já vinham ocorrendo na economia, dentre as quais a aceleração da penetração do e-commerce no varejo: é provável que a mesma tenha dobrado de 5% para 10% em 2020, ou seja, estamos vendo uma tendência de 5 anos acontecer em 5 meses”.

Outro player dessa área que está em nosso fundo é a B2W, que inclui Submarino, Shoptime, Americanas.com e Lojas Americanas.

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Fonte: finance.yahoo.com

De dois anos para cá (até 14 de julho de 2020), uma alta de...

... +470,73%.

Olha, vou repetir: rentabilidade passada não garante lucro futuro.

E essa pernada de +470,73% em dois anos já foi. Quem pegou, pôde multiplicar o dinheiro investido em 5,7 vezes. Eu acredito que ainda tem muito lucro pela frente, principalmente porque são empresas em que o core business é o e-commerce. Mas como sempre gosto de lembrar, no mercado nada é garantido, e todo investimento tem seus riscos.

Como a Magazine Luiza, que tem investido pesado no app e tem tido um ótimo resultado nas vendas, mesmo com as lojas físicas fechadas.

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Fonte: G1

Eu nem vou perder muito tempo falando da famosa valorização das ações da Magazine Luiza que 10 entre 10 players do mercado financeiro amam citar...

Sim, é verdade, desde julho de 2015, quando a empresa abriu capital na Bolsa, até hoje, a valorização foi de 25.281%.

Você está cansado de saber da enormidade desse número. E eu não acho que ele vai se repetir dessa forma.

Mas tem muito upside. Se você investe em Amazon, pelo Tech Select, faz sentido, por coerência à tese, investir nos players brasileiros da mesma área que investem pesado em tecnologia.

E, pondo em uma perspectiva bem mais realista, olha o desempenho de Magazine Luiza em 2020 até hoje (14 de julho de 2020):

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Fonte: Google

A famosa curva em “V” e um retorno de 64,87%.

É disso que estou falando.

Nada de acertar a bunda da mosca branca. São resultados recentes, com recortes de tempo realistas.

Eles podem não se repetir? Sim.

Não é um fundo para você por um dinheiro que fará falta no curto prazo, claro.

Mas, considerando o cenário de pós-coronavírus, você não acha que essas empresas ainda têm muito a crescer?

Eu tenho certeza.

Outra fonte do sucesso desse backtest, que entregou 4,3 vezes mais do que a Bolsa nos últimos 24 meses, são as empresas que fizeram o IPO lá fora, como a XP e a Stone.

A Stone, por exemplo, cresceu 31% só no IPO:

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Fonte: G1

E a área na qual ela atua, de meios de pagamentos e pagamentos sem dinheiro, está MUITO BEM POSICIONADA para o pós-coronavírus.

Basta pensar: quantas vezes você pegou em dinheiro físico nos últimos meses? Ou mesmo: quantas vezes você pagou com o seu cartão na maquininha do comerciante nos últimos meses?

O pagamento sem dinheiro é uma área que está sofrendo uma mudança estrutural e necessária.

E, se em 2019, a tendência era de crescimento de 14%, segundo a consultoria francesa Capgemini SE, agora, em 2020, com toda essa nova situação, o céu é o limite.

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Fonte: Câmara de Comércio França-Brasil

Falando em pagamentos eletrônicos, nosso novo fundo investirá em mais outras empresas dessa área que você com certeza conhece: Cielo, PagSeguro e CSU Cardsystem.

O conjunto desses resultados é a razão de existir deste Tech Brasil, nosso fundo que DOBRA A APOSTA em tecnologia.

Se você está convencido com a tese, essa é a chance de você diversificar além do Tech Select com empresas que nós conhecemos muito melhor, por estarem cada vez mais fortes aqui no Brasil.

Se você já investe no Tech Select, sabe como essa tese está indo bem.

Eu não posso falar de rentabilidade porque o fundo não tem seis meses de vida, mas quem é investidor sabe, mais do que ninguém, da força da tese de tecnologia.

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A tecnologia merece que você DOBRE A SUA EXPOSIÇÃO.

E a gente está facilitando isso para você, com as melhores empresas nacionais que investem na área.

E não apenas investem: aquelas que tem a tecnologia como core business. A tecnologia como razão de ser.

Elas, no backtest da Brasil Capital, tem entregado 4,3 vezes mais que a Bolsa nos últimos 24 meses. Não é pouca coisa.

E agora, por meio do Tech Brasil, você pode acessá-las com um clique.

O valor mínimo inicial de investimento é de R$ 5.000. E as taxas, para um serviço dessa sofisticação, são um atrativo.

O Tech Brasil conta com uma taxa de administração de 0,90% ao ano.

Isso quer dizer que, a cada R$ 1.000 que você investir ao ano, você só pagará R$ 9 para a Vitreo. Mais nada.

E eu guardei o melhor para o final...

Se você já estava achando essa uma chance interessante, tenho algo para você tirar a última de suas dúvidas:

O Tech Brasil não cobra taxa de performance.

Isso mesmo, o fundo não vai te cobrar nada a mais caso dê muito certo, mesmo que a Magazine Luiza suba mais 25.000%, mesmo que a Stone se torne a maior empresa de meios de pagamentos do mundo...

... Pode acontecer o que for, você continuará pagando somente R$ 9,00 a cada R$ 1.000 investidos ao ano para a Vitreo.

Ah, e, claro, é um fundo aberto ao público geral. Isso mesmo, não é preciso ser investidor qualificado para entrar.

Achou que vale a pena? Então apenas um clique te separa da possibilidade de Aumentar de forma inteligente a sua exposição na tese de tecnologia.

Não deixe de verificar seu perfil de risco, e leia o regulamento do fundo e seus fatores de risco antes de investir, combinado?

Clique abaixo e dobre a exposição do seu dinheiro na tese da tecnologia. A tese que tem mais chance de crescer exponencialmente no pós-coronavírus.

Quero investir no Tech Brasil

Um abraço,

Jojo